Um projeto conjunto da Sociedade de Portuguesa de Diabetologia (SPD) e da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), que vai acompanhar e caracterizar a saúde metabólica e cardiovascular da população portuguesa.
Saiba mais sobre o estudo que vai traçar o retrato mais completo da saúde cardiovascular dos portugueses.
PULSAR PORTUGAL é um estudo nacional, de grande dimensão, sobre diabetes e fatores de risco cardiovascular. Promovido pela Sociedade Portuguesa de Diabetologia (SPD) e pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), em parceria com a IQVIA, o estudo vai avaliar uma amostra representativa da população adulta portuguesa (18–79 anos), no Continente e Regiões Autónomas.
O objetivo é determinar:

A prevalência da diabetes e dos principais fatores de risco cardiovascular

O risco
cardiovascular global
da população

A qualidade de vida associada à saúde metabólica
A seleção das pessoas será feita através de contacto porta-a-porta.
A Equipa PULSAR irá bater-lhe à porta e fará o convite à sua participação, ou à participação de outro residente habitual que cumpra as quotas de sexo e de idade. Apenas será selecionado um participante por habitação.
A equipa irá dar-lhe uma folha com informação sobre o estudo e um consentimento informado que deverá assinar.
Poderá colocar todas as dúvidas à equipa e também consultar o site do estudo.
Será feito um questionário maioritariamente focado na sua saúde, com a duração aproximada de 15 minutos, registando as suas respostas na plataforma criada para o estudo. No final do questionário a equipa convida-o/a para a colheita de sangue e urina no posto de laboratórios SYNLAB da sua área de residência. Para tal, irá pedir o seu número de telemóvel, para que receba um SMS com a informação da sua marcação e um lembrete. Após a marcação da ida ao posto de análises, se tiver 40 ou mais anos, solicitar-lhe-ão o consentimento para que o seu registo clínico seja consultado daqui a 5 anos e daqui a 10 anos. Caso assine este consentimento, a equipa irá pedir-lhe o seu número de utente para que, nessa altura, os investigadores principais do estudo possam consultar o seu processo.
Determinar a prevalência da diabetes (diagnosticada e não diagnosticada) e dos principais fatores de risco cardiovascular na população adulta portuguesa (18–79 anos).

Avaliar o risco cardiovascular da população adulta portuguesa

Avaliar a qualidade de vida (EQ-5D-5L) em função do risco cardiovascular

Caracterizar o perfil farmacológico relacionado com a gestão do risco

Analisar a incidência e mortalidade por eventos cardiovasculares
O PULSAR PORTUGAL será desenvolvido em duas fases sequenciais:
Estudo Transversal (2025–2027)
Amostra aleatória e estratificada da população portuguesa (18–79 anos);
Avaliação clínica, antropométrica e laboratorial presencial;
Questionários validados sobre hábitos de vida e qualidade de vida (EQ-5D-5L)
Coorte Longitudinal (2027–2037)
Seguimento dos participantes com idades entre 40 e 79 anos;
Avaliaçãode eventos cardiovasculares, hospitalizações e mortalidade aos 5 e 10 anos, mortalidade com base mos registos das Unidades Locais de Saúde (ULS).

(Continente e Regiões Autónomas)

Estratificada por NUTS II, sexo e idade

Consintam o seguimento
O PULSAR PORTUGAL representa um investimento nacional em conhecimento e saúde pública, com benefícios diretos e duradouros para a sociedade:

Atualiza a evidência científica sobre diabetes e risco cardiovascular

Apoia decisões clínicas e políticas com base em dados nacionais

Identifica
grupos e regiões
de maior risco

Promove literacia em saúde e cultura de prevenção

A Avaliação PULSAR é um check-up completo de saúde que inclui os seguintes exames e medições:
Peso Corporal
Altura
Perímetro Abdominal
Pressão Arterial
Análise ao Sangue
Análise à Urina
Questionário de avaliação
Estes exames permitem uma avaliação global do estado de saúde e ajudam na deteção precoce de diabetes e fatores de risco cardiovascular.
Um estudo nacional, de grande dimensão, sobre diabetes e risco cardiovascular, promovido pela SPD e SPC.
Porque os dados nacionais sobre diabetes e fatores de riscoestão desatualizados desde 2014, e é essencial conhecer a realidade atual.